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A revolução financeira e a gestão do risco na empresa bancária

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Resumo(s)

As recentes transformações da actividade bancária tem vindo a provocar o aparecimento de novos riscos e a originar um acréscimo de riscos tradicionais da banca. Por isso, a sobrevivência e a prosperidade dos bancos estão fortemente dependentes de uma gestão dinâmica e adequada dos riscos bancários. Naturalmente, esta situação implica a necessidade de criar na empresa bancária a área funcional de gestão do risco. A análise vai incidir sabre a evolução da actividade bancária e suas consequências sobre o risco, a identificação dos riscos bancários, a justificação da necessidade de criar a área funcional de gestão do risco e a enumeração das atribuições que devem competir à área funcional de gestão do risco, bem como sobre as estruturas até agora ensaiadas para gerir os riscos bancários, designadamente, a ALCO (Asset Liability Comité) . A análise destes temas está distribuída pelas cinco secções seguintes: - Revolução financeira e suas implicações sobre o risco; - Identificação dos principais riscos da actividade bancária; - Necessidade de criar a área funcional de gestão do risco bancário; - Principais atribuições da área funcional de gestão do risco; - A comissão de gestão do activo e do passivo bancários (ALCO).

Descrição

Palavras-chave

Bancos e actividade bancária Gestão financeira Gestão do risco Política governamental

Contexto Educativo

Citação

Ferreira, João da Silva .1991. “A revolução financeira e a gestão do risco na empresa bancária” . Universidade Nova de Lisboa. Faculdade de Economia. Working Paper nº 163/ 1991.

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Universidade Nova de Lisboa - Faculdade de Economia

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