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Publicação

O modelo de Ricardo, o comércio intra-sectorial e a via do ajustamento estrutural para a economia portuguesa

dc.contributor.authorFaustino, Horácio C.
dc.date.accessioned2022-04-01T15:09:25Z
dc.date.available2022-04-01T15:09:25Z
dc.date.issued1992
dc.description.abstractNeste documento de trabalho, a nossa preocupação centra-se na possibilidade do modelo de Ricardo poder ser utilizado como fundamento teórico explicativo do comercio intra-sectorial e. logo, como base teórica para orientar a política de ajustamento estrutural. nomeadamente em Portugal. Uma possibilidade que temos é a da introdução das economias de escala no modelo através ou da consideração dos custos fixos na função custo - estes custos fixos seriam o custo do investimento em capital humano, actividades de I&D, por exemplo ou através da consideração da hipótese da produtividade média (e marginal) do trabalho variar (aumentar) com o aumento da produção: este aumento da produtividade, equivalente à verificação do progresso técnico no modelo neoclássico, pode ser atribuído ao investimento nas actividades de I&D. Se considerarmos que o Estado tem uma política estratégica de financiamento destas actividades de I&D das principais empresas da indústria, então a parcela relativa ao custo do investimento em capital fixo subsidiada pelo Estado não entraria na função custo da indústria o que reforçaria o peso do aumento da produtividade na diminuição do custo unitário. Assim o subsídio do Estado as actividades de I&D das firmas justificaria a não verificação da lei da produtividade marginal decrescente. Nesta situação o modelo de Ricardo não deixa de ser um modelo de concorrência perfeita se considerarmos que estas economias de escala dinâmicas se verificam ao nível da indústria, mas não ao nível de cada firma tomada individualmente. O artigo está estruturado como se segue: 1- O modelo simples (ou debase) de Ricardo; 2- O modelo simples de Ricardo e a explicação do comércio intra-sectorial considerando rendimentos constantes à escala e custos relativos autarcicos iguais: o papel da procura; 3- O modelo de Ricardo generalizado e a explicação do comercio intra-sectorial através da cadeia das vantagens comparativas considerando rendimentos constantes à escala e preços relativos autarcicos diferentes: o papel do salário relativo; 4- O modelo de Ricardo e a introdução da hipótese de rendimentos crescentes e/ou diferenciação do produto: o investimento em I&D como base da diferença de tecnologia entre os países e factor explicativo do comercio intrasectorial; 5 - O modelo de Ricardo e os problemas de ajustamento estrutural da economia portuguesa decorrentes do mercado único de 1993. No fim apresentaremos as principais conclusões e apontaremos pistas de trabalho futuro.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.citationFaustino, Horácio C. .1992 O modelo de Ricardo, o comércio intra-sectorial e a via do ajustamento estrutural para a economia portuguesa”. Instituto Superior de Economia. CEDIN. Documento de Trabalho nº 7/92pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/23980
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherISEG - CEDINpt_PT
dc.relation.ispartofseriesCEDIN. Documento de Trabalho nº 7/92;
dc.subjectEconomia portuguesapt_PT
dc.subjectComércio internacionalpt_PT
dc.subjectTeoriapt_PT
dc.subjectIndicadorespt_PT
dc.subjectModelospt_PT
dc.titleO modelo de Ricardo, o comércio intra-sectorial e a via do ajustamento estrutural para a economia portuguesapt_PT
dc.typeworking paper
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typeworkingPaperpt_PT

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