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Orientador(es)
Resumo(s)
A narrativa de muitos escritores reporta-se a determinados territórios sentimentais que servem de base à criação de utopias literárias. Na verdade, através da análise dos seus textos descobrimos o ajustamento ficcional, o simbolismo das representações, o confronto entre os lugares narrados e aquilo que na realidade existe. Neste artigo, é abordada a paisagem literária que Aquilino Ribeiro projetou para a cidade de Lisboa do princípio do Século XX. As narrativas deste território literário consolidaram-se quando o escritor, ainda no decurso da monarquia, viveu a intensidade contestatária republicana quando a Europa era percorrida por uma onda insurgente, tendo como epicentro o desvelo utópico de um conjunto de ideias libertárias vindas sobretudo de França e Itália. Publicação enquadrada no projecto ÁGORA - Encontros entre a cidade e as artes: Explorando novas urbanidades (PTDC/ATPGEO/3208/2014).
Descrição
Palavras-chave
Paisagens literárias Lisboa Ativismo político Geografia libertária e anarquista
Contexto Educativo
Citação
Machado, A., André. I, & Moreira, F. (2016). Percursos literários pelas vias da geografia libertária: Aquilino Ribeiro na Lisboa revolucionária – 1904-1908. In: Benach, N., Zaar, M. H. & Vasconcelos P. Junior, M. (eds.). Actas del XIV Coloquio Internacional de Geocrítica: las utopías y la construcción de la sociedad del futuro. (pp. 1-20). Universidad de Barcelona
