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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Vivemos a versão acelerada do que Hobsbawm (1994) denominou «a
era dos extremos». Testemunhamos mudanças económicas, ambientais, políticas e
sociais (e quiçá, civilizacionais) profundas. Importa por isso, questionar os dispositivos
teóricos da Geografia Económica para deles extrairmos chaves para observar
o presente e o futuro.
Neste capítulo explicam-se os fundamentos das variações que marcaram a Geografia
Económica nas décadas posteriores à fundação da Associação Portuguesa de
Desenvolvimento Regional (APDR) em 1984. Destacamos neste texto as derivações,
Nova Geografia Económica, Geografia Económica Relacional e Geografia
Económica Evolutiva para desembocarmos no recente esforço de convergência em
torno da Geografia Económica pró-Resiliência Evolutiva.
Nos sistemas capitalistas, o desenvolvimento regional convive de perto com a propensão
para a(s) crise(s). A Geografia Económica pró-Resiliência Evolutiva assenta
em dispositivos teóricos e metodológicos valiosos para pensar sobre os impactos da
convivência recorrente das economias regionais com os efeitos da sincronização de
diferentes tipos de eventos disruptivos.
Descrição
Palavras-chave
Geografia Económica Nova Geografia Económica Geografia Económica Evolutiva Geografia Económica pró-Resiliência
Contexto Educativo
Citação
Gonçalves, C. & Vale, M. (2021). Derivações em três décadas (1990-2020) de Geografia Económica: nova, relacional, evolutiva, pro-resiliência. In: J. L. Marques, & F. Carballo-Cruz (coord.). 30 Anos de Ciência Regional em perspetiva (pp. 47-80). Coimbra: Almedina. ISBN: 9789724089850
