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Meios, Vias e Trajetos... Entrar e sair de Lisboa

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Antes de ser a Olisipo romana, a da presença fenício/orientalizante e, antes desta, a dos sucessivos povoados que entre colinas e vales testemunham a ocupação humana de um espaço de encontro e travessia entre a fachada norte- -atlântica e sul-mediterrânea peninsular, a “região de Lisboa” cedo é lugar aonde se chega e de onde se parte. Incontornável para moldar e condicionar tal vaivém, o estuário do Tejo será, desde o seu estabelecimento holocénico, porta de entrada e saída, passagem entre margens e progressivamente o fulcro de muitas das acções que contribuirão para o surgimento da realidade a que hoje chamamos Portugal. Neste andamento, o título que abre este segundo número dos “Fragmentos de Arqueologia de Lisboa”, Meios, Vias e Trajectos… Entrar e Sair de Lisboa trata inevitavelmente da própria constituição desta via fluvial e da sua relação com as gentes que pelas duas margens se foram instalando (Pereira, A. R. e Senna-Martinez, J. C.).

Descrição

Palavras-chave

Lisboa - Arqueologia

Contexto Educativo

Citação

Senna-Martínez, J. C., Martins, A. C., Caessa, A., Marques, A., & Cameira, I. (2018). Meios, Vias e Trajetos... Entrar e sair de Lisboa. Fragmentos de arqueologia 2. Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa/ Direção Municipal de Cultura/ Departamento de Património Cultural/ Centro de Arqueologia de Lisboa e Sociedade de Geografia de Lisboa / Secção de Arqueologia.

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Câmara Municipal de Lisboa/ Direção Municipal de Cultura/ Departamento de Património Cultural/ Centro de Arqueologia de Lisboa e Sociedade de Geografia de Lisboa / Secção de Arqueologia

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