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Publicação

Efeito da Seca e da Invasão pela Esteva (Cistus ladanifer L.) na Capacidade Fotossintética do Sobreiro (Quercus suber L.)

dc.contributor.advisorCaldeira, Maria da Conceição
dc.contributor.advisorLobo do Vale, Raquel
dc.contributor.authorRafael, Teresa Maria Cortes Palma
dc.date.accessioned2022-02-18T09:42:14Z
dc.date.available2022-02-18T09:42:14Z
dc.date.issued2021
dc.descriptionMestrado em Engenharia Agronómica / Instituto Superior de Agronomia. Universidade de Lisboapt_PT
dc.description.abstractOs ecossistemas mediterrânicos, de que fazem parte os montados, são hotspots para as alterações climáticas, na medida em que os maiores impactos das alterações climáticas estão previstos para a região mediterrânica, principalmente pelo aumento dos eventos de seca em frequência e intensidade. Estes ecossistemas estão também ameaçados pela invasão por arbustos, o que poderá diminuir, ainda mais, a disponibilidade de água para as árvores e afetar o funcionamento e a resiliência dos ecossistemas. No entanto, os efeitos combinados da seca e da invasão por arbustos nos ecossistemas carecem de investigação. Com o presente trabalho, pretende-se estudar o efeito da seca e a presença da esteva (Cistus ladanifer L.) na capacidade fotossintética do sobreiro (Quercus suber L.) ao longo do ano hidrológico de 2019/2020 num montado Alentejano sujeito a quatro tratamentos: exclusão da chuva/ambiente, invasão/não invasão pela esteva. Foram realizadas curvas de resposta da taxa de assimilação de CO2 à concentração de CO2 intercelular (A/Ci) para estimar os parâmetros da capacidade fotossintética: taxa máxima de carboxilação da RuBisCO (Vcmax) e taxa máxima de transporte de eletrões (Jmax). Foram também medidos cursos diários de potencial hídrico foliar (Y), condutância estomática (gs) e A e determinada a eficiência intrínseca do uso de água em 36 sobreiros e 18 estevas. Os cursos diários de Y, gs e A variaram sazonalmente, com uma forte diminuição no verão, ou seja, após seca prolongada. No sobreiro, o efeito da invasão por esteva sobrepôs-se ao efeito da exclusão da chuva, reduzindo significativamente Y, gs e A. A seca prolongada inibiu severamente a Vcmax e Jmax. As espécies demonstraram tolerância à seca e rápida recuperação após a ocorrência de precipitação, no final do verão. Além das limitações estomáticas, o sobreiro e a esteva também sofreram limitações bioquímicaspt_PT
dc.description.versionN/Apt_PT
dc.identifier.citationRafael, T.M.C.P. - Efeito da Seca e da Invasão pela Esteva (Cistus ladanifer L.) na Capacidade Fotossintética do Sobreiro (Quercus suber L.). Lisboa: ISA, 2021, 62 p.pt_PT
dc.identifier.tid203564693
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/23585
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherISA/ULpt_PT
dc.relationLisboa-01-0145- FEDER-030406–PTDC/ASP-SIL/3406/2017pt_PT
dc.relationWE 2681/10-1pt_PT
dc.subjectcapacidade fotossintéticapt_PT
dc.subjectQuercus suberpt_PT
dc.subjectCistus ladaniferpt_PT
dc.subjectadaptaçõespt_PT
dc.subjectsecapt_PT
dc.titleEfeito da Seca e da Invasão pela Esteva (Cistus ladanifer L.) na Capacidade Fotossintética do Sobreiro (Quercus suber L.)pt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT

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