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Orientador(es)
Resumo(s)
Neste trabalho, estudou-se a evolução ao longo do tempo das populações de duas espécies de mirídeos existentes em culturas protegidas estufas da região Oeste, Dicyphus umbertae Sanchez e Cassis e Nesidiocoris tenuis (Reuter), relacionando-a com os factores que poderão ser responsáveis por essa evolução. Estudou-se também a distribuição vertical destas espécies na planta de tomateiro. O trabalho foi efectuado em três estufas pertencentes a duas empresas distintas, ambas em modo de produção integrada.
A dimensão da população de mirídeos de cada uma das espécies foi diferente nas três estufas e, na estufa onde não houve largadas do mirídeo N. tenuis e onde o número de tratamentos insecticidas potencialmente prejudiciais para mirídeos foi mais reduzido, a população de D. umbertae aumentou em Maio e Junho e o número de indivíduos desta espécie foi superior ao número de indivíduos de N. tenuis. Os tratamentos com spinosade parecem ter contribuído para a manutenção da população mais baixa. Os tratamentos com benzoato de emamectina baixaram as populações de N. tenuis, mas a existência de elevadas populações de presas (traça-do-tomateiro e mosca-branca) rapidamente incrementaram as populações do predador.
No que diz respeito à distribuição das espécies, os resultados indicam que a espécie D. umbertae preferiu os estratos médio e superior das plantas. A espécie N. tenuis encontrou-se com mais frequência no estrato superior e mais no estrato médio do que no inferior. Não se observaram anéis necróticos nas plantas na estufa em que a população de mirídeos embora elevada era constituída essencialmente por D. umbertae, mas detectaram-se estragos na estufa com população elevada de N. tenuis
Descrição
Mestrado em Engenharia Agronómica / Instituto Superior de Agronomia
Palavras-chave
Dicyphus umbertae Nesidiocoris tenuis tomateiro distribuição vertical
Contexto Educativo
Citação
Duarte, J.P.S.M. - Evolução das populações de Dicyphus umbertae e Nesidiocoris tenuis (Hemiptera: Miridae) na cultura protegida de tomate na região Oeste. Lisboa: ISA, 2016, 39 p.; Anexos
