| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 162.33 KB | Adobe PDF |
Orientador(es)
Resumo(s)
Differently from the Cold War, emerging powers currently have chances to put forward their
foreign policy goals. In their rise, countries such as Brazil, India, and China opted to follow
similar sets of strategies within multilateral regimes. Ranging from blocking and free riding to
cooperative behaviors, these states have enhanced their ability to promote topical changes in
existing institutional settings. It does not mean, however, that their developing condition will
necessarily prompt them to cooperate. As this paper will point out by means of a comparative
analysis of the regimes of nuclear non-proliferation, peace and security, and climate change,
these countries have more chances to cooperate when their interpretations of the principles
and norms that compose a regime converge. Relying on how a country interprets normative
frameworks and on the degree of membership a state has in a regime, this article challenges
the notion that these three leaders of the so-called Global South would be relying on an
all-encompassing cooperative multilateral behavior.
Diferente da Guerra Fria, as atuais potências emergentes têm maiores condições de levarem adiante suas preferências de política externa. Em sua ascensão, países como Brasil, Índia e China optaram por seguir estratégias semelhantes em regimes multilaterais. Variando de bloqueio e free-riding a comportamentos cooperativos, tais estados expandiram suas capacidades de promover mudanças tópicas em arranjos institucionais existentes. Isso não significa, entretanto, que sua condição emergente vá necessariamente levá-los a cooperar. Como este artigo demonstrará, por meio de análise comparativa dos regimes de não proliferação nuclear, paz e segurança, e mudança do clima, esses países têm mais chances de cooperar quando suas interpretações dos princípios e normas que compõem um regime convergem. Baseando-se em como um país interpreta arcabouços normativos e no tipo de filiação que um estado tem um regime, este trabalho contesta a noção que esses três líderes do suposto Sul Global estariam alicerçados em um amplo comportamento multilateral cooperativo.
Diferente da Guerra Fria, as atuais potências emergentes têm maiores condições de levarem adiante suas preferências de política externa. Em sua ascensão, países como Brasil, Índia e China optaram por seguir estratégias semelhantes em regimes multilaterais. Variando de bloqueio e free-riding a comportamentos cooperativos, tais estados expandiram suas capacidades de promover mudanças tópicas em arranjos institucionais existentes. Isso não significa, entretanto, que sua condição emergente vá necessariamente levá-los a cooperar. Como este artigo demonstrará, por meio de análise comparativa dos regimes de não proliferação nuclear, paz e segurança, e mudança do clima, esses países têm mais chances de cooperar quando suas interpretações dos princípios e normas que compõem um regime convergem. Baseando-se em como um país interpreta arcabouços normativos e no tipo de filiação que um estado tem um regime, este trabalho contesta a noção que esses três líderes do suposto Sul Global estariam alicerçados em um amplo comportamento multilateral cooperativo.
Descrição
Palavras-chave
Multilateralism Regimes Brasil
Contexto Educativo
Citação
Albuquerque, F. L. R. de (2016). A cooperative Global South? Brazil, India, and China in multilateral regimes. Revista Carta Internacional, 11 (1), 163-187
Editora
Editoria Carta Internacional - Associação Brasileira de Relações Internacionais (ABRI)
