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Resumo(s)
Neste documento de trabalho avalia-se a posição da economia portuguesa na 'convergência cross-section' ( ou 'convergência beta'), assim chamada por se basear no cálculo da inclinação da recta de regressão dos pontos que unem os níveis de produto per capita inicial e as taxas de crescimento subsequentes em amostras relativamente numerosas de países ou regiões. Esta avaliação é feita em vários contextos ( diferentes amostras de países em diferentes horizontes temporais), utiliizando as duas definições de Convergência 'cross-section' habituais: i) absoluta, que resulta da regressão simples anteriormente referida; ii) condicional, que resulta da regressão múltipla na qual a influência do nível de partida no crescimento subsequente se acrescentam influências adicionais, como por exemplo o investimento em capital físico e humano ou o crescimento da população. Embora com as devidas qualificações associadas aos diferentes métodos, amostras de países e horizontes temporais utilizados, pode globalmente considerar-se que a economia portuguesa teve num horizonte de longo prazo (o período do pós-guerra, 1950-1990) um comportamento razoavelmente próximo do que seria de esperar (a posteriori, e certo) da simples manifestação da 'propriedade' de convergência.
Descrição
Palavras-chave
Economia portuguesa Crescimento económico Modelos
Contexto Educativo
Citação
Lopes, João Carlos Ferreira. 1996. " A posição da economia portuguesa na 'convergência beta' (ou nas 'regressões entre países)'". Instituto Superior de Economia e Gestão - DE Working papers nº 5 -1996/DE
Editora
ISEG - Departamento de Economia
