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Práticas porosas nas zonas de fronteira do nordeste transmontano entre 1957 e 1974

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As práticas ambíguas do governo no controlo dos fluxos fronteiriços influenciam atividades como contrabando, ou emigração irregular, facilitando certos tipos de fluxos de mercadorias e pessoas, mas impedindo outros tipos. Alguns testemunhos indicam situações que exigem uma reconfiguração de práticas como o passador que teve de emigrar para escapar às autoridades ou o ex-emigrante irregular que veio a Portugal de férias e levou alguém de forma irregular na sua viagem de regresso a França. As redes sociais e os fluxos são cruciais para compreender as zonas de fronteiras. No entanto, é difícil traçar uma fronteira clara entre as práticas de fronteira relacionadas com a emigração irregular, porque esses papéis e atividades misturavam-se frequentemente.

Descrição

Palavras-chave

Migrações Práticas fronteiriças Redes sociais

Contexto Educativo

Citação

Baía, João (2016). Práticas porosas nas zonas de fronteira do nordeste transmontano entre 1957 e 1974. In Enrique José Varela Álvarez y Celso Cancela Outeda (Coord.), Las fronteras ante sus espejos: relatos transfronterizoa sobre Europa, América, Asia y le Magreb, pp. 147-153. Santiago de Compostela: Andavira Editora

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