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Orientador(es)
Resumo(s)
Em 2014, aplicou-se pela primeira vez em Portugal o Índice de Transparência na Gestão da Água (INTRAG). Ficaram evidentes os impactos negativos da mudança de ciclo político num período marcado pela crise económica e pelo fim da autonomia das Administrações de Região Hidrográfica. Quatro anos depois, apesar das eleições de 2015, mantém-se a gestão centralizada da água e a distância entre cidadãos e administração pública. Entretanto, a degradação global das águas superficiais tem ganho visibilidade. A desconfiança face às entidades de gestão e planeamento da água decorre da degradação ambiental que coincide com o desinvestimento público e enfraquecimento das estruturas oficiais. O INTRAG PT 2018 retoma a caracterização da informação hídrica, avaliando a sua qualidade, acessibilidade e transparência. Apesar de alguma melhoria, os resultados indiciam a prevalência da ‘opacidade administrativa’ já registada na sua primeira aplicação com: supressão de serviços ou plataformas web regionalizadas, diminuição da informação disponível e falta de envolvimento das comunidades.
Descrição
Palavras-chave
Índice de Transparência na Gestão da Água (INTRAG) Governança da água Políticas públicas Recursos hídricos
Contexto Educativo
Citação
Ferreira, J. G., Silveira, A., Guerra, J., Travassos, D., Schmidt, L. (2018). INTRAG 2018 – Índice de transparência na gestão da água em Portugal em 2018. X Congresso Ibérico de Gestão e Planeamento da Água. Coimbra, 6-8 setembro 2018, pp. 1-11. Zaragoza: Fundación Nueva Cultura del Agua / Universidade de Coimbra.
