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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A validade científica de Simmel, enquanto “clássico” da Sociologia e do pensamento urbano da modernidade, encontra-se no valor heurístico que a sua leitura concede à nossa capacidade de perguntar. Neste artigo, em que refletimos sobre duas potentes alegorias simmelianas – a grande cidade e a ruína – não interpelamos Simmel, mas antes a realidade metropolitana atual que, na sua companhia, nos leva a questionar sobre como partilham o moderno e a ruína o mesmo presente eterno da urbanidade.
Descrição
Palavras-chave
Simmel, Georg, 1858-1918 - Crítica e interpretação Cultura urbana Novíssimas metrópoles Ruína
Contexto Educativo
Citação
Carlos Fortuna, “Georg Simmel: as cidades, a ruína e as novíssimas metrópoles”, Philosophica 42 (2013), 107-123.
