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O efeito de escala nos modelos de simulação baseados em Autómatos Celulares (AC)

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Resumo(s)

A evolução dos modelos urbanos preditivos que simulam de forma eficaz os padrões espaciais do crescimento urbano deve-se, sobretudo, aos rápidos avanços na informática e na tecnologia geoespacial. Na geografia, a modelação do crescimento urbano é, comumente, realizada através de uma abordagem baseada nos autómatos celulares (AC) aliada a uma estrutura SIG. Este estudo procura conceber uma metodologia de modelação e análise espacial, com abordagem às propriedades emergentes e auto-organizadas, através da definição de parâmetros espaciais e regras de transição, que relacionam o efeito de escala com os processos de crescimento urbano. Deste modo, a variação do efeito de escala foi representada pela configuração da dimensão (3x3, 5x5, 7x7, 9x9 e 11x11) e forma (Rectângulo, Círculo, Anel) da janela de vizinhança e pela dimensão da célula (50m, 100m, 150m, 200m, 250m e 300m), a fim de simular cenários futuros para parte da área de Lisboa e Vale do Tejo.

Descrição

Palavras-chave

Autómatos celulares CA-Markov Efeito de escala Simulação urbana

Contexto Educativo

Citação

Viana, C. & Rocha, J. (2014). O efeito de escala nos modelos de simulação baseados em Autómatos Celulares (AC), In. António Vieira e Rui Pedro Julião (Coord.), A Jangada de Pedra – Geografias Ibero-Afro-Americanas, Atas do XIV Colóquio Ibérico de Geografia, (pp. 1633-1639), Associação Portuguesa de Geógrafos e Departamento de Geografia da Universidade do Minho, Guimarães, Portugal. ISBN 978-972-99436-8-3.

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Editora

Associação Portuguesa de Geógrafos e Departamento de Geografia da Universidade do Minho

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