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No encalço de Gilberto Freyre pelo último império português (1951-1952)

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Este ensaio retoma os itinerários planeados e percorridos pelo cientista social brasileiro Gilberto Freyre no império colonial português, entre outubro de 1951 e janeiro de 1952. No decorrer da viagem, Freyre apresentou o conceito de luso-tropicalismo, que o regime do Estado Novo português viria a reutilizar para fins político-ideológicos, interna e externamente, nos anos seguintes, com o acordo ou tolerância da Oposição democrática, e que continuou a ecoar na sociedade portuguesa, após o fim da ditadura e do colonialismo, até aos nossos dias1. Da visita resultaram dois livros: Um Brasileiro em terras portuguesas e Aventura e rotina (ambos de 1953). O primeiro, como o subtítulo esclarece, pretende ser uma «introdução a uma possível luso-tropicologia », acompanhada de conferências e discursos proferidos durante o percurso. O segundo é uma espécie de diário da viagem realizada «à procura das constantes portuguesas de carácter e acção»

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Contexto Educativo

Citação

Castelo, C. (2021). No encalço de Gilberto Freyre pelo último império português (1951-1952). In Polónia, A. et al (Eds.), Não nos deixemos petrificar: reflexões no centenário do nascimento de Victor de Sá, pp. 25-48. Porto: CITCEM - Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória e Faculdade de Letras da Universidade do Porto

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CITCEM - Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória e Faculdade de Letras da Universidade do Porto

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