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Publicação

Doseamento electroquímico do monóxido de azoto em células endoteliais humanas

dc.contributor.authorCarvalho, Filomena Almeida
dc.contributor.authorSaldanha, Carlota
dc.contributor.authorMartins e Silva, João
dc.date.accessioned2020-10-26T12:47:15Z
dc.date.available2020-10-26T12:47:15Z
dc.date.issued2003
dc.description© Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboapt_PT
dc.description.abstractO estudo in vivo ou in vitro da produção de monóxido de azoto (NO) em células endoteliais requer o uso de eléctrodos específicos de NO, que permitem compreender melhor os mecanismos de transducção de sinal a nível intracelular. Neste trabalho estudou-se a hipótese da acetilcolina (ACh) ser um modulador do metabolismo do NO através da acetilcolinesterase (AChE), funcionando como receptor de transducção de sinal para este mensageiro intracelular, utilizando a velnacrina maleato como inibidor da AChE. As células endoteliais da veia do cordão umbilical humano (HUVECs) em cultura foram estimuladas com ACh 10-5M e velnacrina maleato 10-5M (VM), medindo-se a produção e/ou libertação de NO pelas HUVECs, utilizando um eléctrodo sensor de NO. Os resultados obtidos de concentração de NO nas HUVECs foram de 1,83 ± 0,54 nM (n=5) na presença de ACh 10-5M e de 0,83 ± 0,19 nM na presença de VM 10-5M. Com a adição simultânea destes dois compostos obteve-se uma concentração de NO de 1,12 ± 0,18 nM. A presença de VM inibe significativamente o efeito que a ACh produz no aumento da concentração de NO (P=0,009). Os resultados experimentais permitem chegar à conclusão que a formação do complexo AChE-velnacrina maleato pouco activo interfere com mecanismos de transducção de sinal desconhecidos. A hipótese colocada de que a acetilcolina modula o metabolismo do NO, através da acetilcolinesterase, podendo funcionar como receptor de transducção de sinal, parece ser válida embora o seu mecanismo continue a ser desconhecido.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.citationRevista da Faculdade de Medicina de Lisboa 2003; Série III; 8(4): 205-212pt_PT
dc.identifier.issn0872-4059
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/44657
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherFaculdade de Medicina da Universidade de Lisboapt_PT
dc.relation.ispartofseriesIII;
dc.subjectMonóxido de azotopt_PT
dc.subjectEléctrodo sensor de monóxido de azotopt_PT
dc.subjectCélulas endoteliaispt_PT
dc.subjectAcetilcolina e velnacrina maleatopt_PT
dc.titleDoseamento electroquímico do monóxido de azoto em células endoteliais humanaspt_PT
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage212pt_PT
oaire.citation.issue4pt_PT
oaire.citation.startPage205pt_PT
oaire.citation.titleRevista da Faculdade de Medicina de Lisboapt_PT
oaire.citation.volume8pt_PT
person.familyNameCarvalho
person.familyNameSaldanha
person.givenNameFilomena
person.givenNameCarlota
person.identifier53901
person.identifier.ciencia-id4615-4AEC-8D91
person.identifier.orcid0000-0001-6088-3894
person.identifier.orcid0000-0002-5058-2112
person.identifier.ridM-9202-2013
person.identifier.scopus-author-id7103069694
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typearticlept_PT
relation.isAuthorOfPublication547cb993-880c-4608-b1e0-493ad469eecb
relation.isAuthorOfPublicationad6de30c-87ca-4613-bb87-488dd5d285d0
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