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Alianças estratégicas: situação na banca portuguesa

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É comum pensar-se nas indústrias ou sectores de actividade como campos de batalha ou arenas competitivas onde cada empresa, para sobreviver e prosperar, tem de estar preparada para aniquilar os seus concorrentes. Esta concepção de conflitualidade e antagonismo entre concorrentes não é no entanto a mais adequada para descrever o comportamento estratégico de muitas empresas e muito menos para explicar e prescrever qual deve ser esse comportamento. A realidade empresarial recente em variadíssimos sectores evidencia algo que deve ser entendido e cuidadosamente reflectido pelos gestores e empresários: É importante saber quando concorrer, com quem concorrer e como concorrer. Mas e pelo menos tão importante saber-se também quando cooperar, com quem cooperar e como cooperar. A resposta a estes aspectos torna premente o tema das alianças estratégicas. O presente trabalho divide-se em duas partes. Na primeira referem-se alguns aspectos de natureza teórica sabre a problemática das alianças. Na segunda parte faz-se uma caracterização de natureza essencialmente descritiva sabre a situação das alianças estratégicas no sector bancário português.

Descrição

Palavras-chave

Bancos e actividade bancária Instrumentos financeiros Gestão estratégica Alianças Portugal

Contexto Educativo

Citação

Gonçalves, Vítor da Conceição e Rui Faustino .1996. “Alianças estratégicas: situação na banca portuguesa”. Instituto Superior de Economia e Gestão. Departamento de Gestão /Cadernos de Económicas /Documento de trabalho nº 1-96.

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ISEG - Departamento de Gestão

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