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The dead at Escoural Cave (Montemor-o-Novo, Portugal): early farmer’s interactions in south-western Iberian Peninsula

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The arrival of farmers to the south-western Iberian Peninsula was followed by a period of complex human interaction after 5500 BCE. This marked the arrival of new technologies and subsistence practices such as pottery, husbandry and domestication of plants, but also the co-existence of diverse social structures and world-views in a territory populated by hunter-gatherers. Biological and sociocultural interactions between local and migrant groups at the onset and establishment of the Neolithic in Atlantic Europe are poorly understood. The Neolithic funerary context in the Escoural cave, Montemor-o-Novo, Portugal, offers a research opportunity to examine these processes because it is uniquely well preserved and its use intersects key periods to understand multilayered human interaction. In this paper we present a synthesis of what is known about the Neolithic use of the cave complemented by new observations in the scope of a multidisciplinary project centred on the Escoural Cave started in 2018.
A entrada dos primeiros agricultores no SO da Penísula Ibérica, c. 5500 BCE, foi acompanhada pela introdução de novas tecnologias e formas de subsistência. As interacções que se estabeleceram entre grupos locais e migrantes nesta etapa do processo histórico, que marca o advento e a consolidação do Neolítico na Europa Atlântica, são mal conhecidas. O contexto funerário da Gruta do Escoural (Montemor-o-Novo) constitui uma oportunidade para investigar estes processos, não só devido ao seu grau de preservação, mas porque a sua utilização intercepta períodos-chave para a compreensão de múltiplos aspectos dessa interacção humana. Os materiais arqueológicos escavados na década de 1960 incluem restos humanos, artefactos em pedra e osso, cerâmicas e adornos. Apesar de a cultura material sugerir uma afiliação ao Neolítico Médio (c. 4500-3500 BCE), a datação de restos humanos sugere um intervalo de tempo mais tardio (c. 3500-3000 BCE), marcado pela construção de monumentos megalíticos na região. O cruzamento de culturas de cronologia neolítica no Escoural é igualmente apoiado por cerâmicas cardiais e impressas, sugerindo uma utilização da cavidade no Neolítico Antigo (c. 5500-4700 BCE). Neste artigo apresentamos uma síntese dos dados conhecidos sobre a ocupação Neolítica da Gruta do Escoural, a par de novas observações realizadas no âmbito de um projeto iniciado em 2018 e centrado nesta cavidade. O objectivo deste projecto é implementar uma perspectiva interdisciplinar ao estudo da Arqueologia da Morte, investigando paralelamente as interacções humanas criadas com a introdução e consolidação de novas formas de vida na região (c. 5400-3000 BCE).

Descrição

Palavras-chave

Escoural Cave Neolithic Archaeology of Death Archaeological Science Gruta do Escoural Neolítico Arqueologia da Morte Arqueociências

Contexto Educativo

Citação

Peyroteo-Stjerna, R., Araújo, A. C., & Diniz, M. (2018). The dead at Escoural Cave (Montemor-o-Novo, Portugal): early farmer’s interactions in south-western Iberian Peninsula. In J. C. Senna-Martínez, M. Diniz, & A. F. Carvalho (Eds.), De Gibraltar aos Pirenéus - Megalitismo, Vida e Morte na Fachada Atlântica Peninsular (pp. 65-84). Nelas: Fundação Lapa do Lobo / UNIARQ - Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa / CEAACP - Universidade do Algarve.

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Fundação Lapa do Lobo / UNIARQ - Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa / CEAACP - Universidade do Algarve

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