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Distribuição global do Aedes aegypti: o macroclima como condicionador dos limites geográficos e o papel dos fatores humanos favoráveis

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A malária nos humanos é causada por 5 espécies de protozoários do género Plasmodium e transmitida pelas fêmeas dos mosquitos do género Anopheles [1]. Portugal Continental registou, até à década de 1940, uma elevada taxa de incidência de malária humana, tendo sido considerada extinta em 1973, após extensas campanhas de controlo, levadas a cabo pela Organização Mundial de Saúde. Sendo actualmente uma área não-autóctone de malária avaliou-se a possibilidade nas condições ecológicas actuais do risco de reintrodução da doença em Portugal Continental. Esta preocupação é reforçada com o facto de na Europa terem sido detectados casos de transmissão autóctone em países como Itália, Espanha e França [2]. Esta avaliação resultou de estudos entomológicos realizados com a antiga espécie vectora em Portugal Continental, Anopheles atroparvus, aplicando técnicas de modelação em Sistemas de Informação Geográfica.

Descrição

Palavras-chave

Malária SIG Modelação Saúde Pública

Contexto Educativo

Citação

Capinha, C., Rocha, J. & Sousa, C. (2014). Distribuição global do Aedes aegypti: o macroclima como condicionador dos limites geográficos e o papel dos fatores humanos favoráveis. In. Santana, P. & Nossa, P. (coord). A Geografia da Saúde no cruzamento de saberes, GEOSAÚDE’2014 - I Congresso de Geografia da Saúde dos Países de Língua Portuguesa, Coimbra, 21-24 abril (pp. 812-815). Grupo de Investigação em Geografia da Saúde / CEGOT – Centro de Estudos em Geografia e Ordenamento do Território. ISBN 978-989-98945-1-8.

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Editora

CEGOT – Centro de Estudos em Geografia e Ordenamento do Território

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