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Resumo(s)
“O homem é um ser limitado que não tem limites”. Este paradoxo simmeliano ilustra a singularidade de uma reflexão que tem por centro a unidade dos contrários. A errância de Simmel por uma enorme variedade de objectos, por vezes aparentemente desconexos – “a ponte e a porta”, “a ruína”, “a asa do bule”, “a aventura”, “o pobre”, “o estrangeiro”… –, permitiu-lhe interrogar secretas afinidades, transgredir limites e diluir fronteiras para reconhecer, enfim, a unidade da vida na multiplicidade das formas em que se manifesta. Os ensaios metafísicos que compõem o seu “testamento” – Visão da Vida (Lebensanschauung) – são a expressão mais decantada desta problemática. Ao explicitar a trama essencial que subjaz à diversidade dos temas, objectos ou disciplinas a que se dedicou, Simmel oferece-nos neste último livro o fragmento que melhor espelha a totalidade da sua obra.
Descrição
Palavras-chave
Cultura Vida Forma Oposição
Contexto Educativo
Citação
Teresa Sousa Fernandes, “Figuras transgressivas da união dos contrários na obra de Georg Simmel”, Philosophica 42 (2013), 37-44.
