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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A proposta deste artigo é refletir sobre o movimento contínuo do artista/investigador/ cartógrafo, a partir de experiência pessoal. Durante o isolamento social, o jardim da casa da família no Brasil se torna laboratório fotográfico alternativo para criação artística. Na deslocação para estudo e investigação de doutoramento em Lisboa, na busca de novas experiências e conhecimentos, o local de criação se expande para os jardins públicos da cidade. Da mesma forma, as antigas fotografias de família, antes restritas à privacidade das caixas de fotografia e ao ambiente familiar, utilizadas como materialidade para a arte, passam a circular em museus e galerias como obras de arte. Entre espaços e tempos, nesse percurso sempre inacabado, uma cartografia sentimental se forma pelos novos caminhos onde a arte acontece. Reflexões surgem a partir de contribuições de autores que dialogam com o fenômeno do habitar, fotografia de família como materialidade para arte e cartografia sentimental.
Descrição
Palavras-chave
Fotografia de família Habitar Jardim Fotografia alternativa
Contexto Educativo
Citação
In: Convocarte, nº14 (set. 2023): Arte e mobilidade, p. 191-203
Editora
Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
