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Orientador(es)
Resumo(s)
Entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX, intelectuais brasileiros identificaram-se com discursos médico-antropológicos que, aparentemente, apresentavam caminhos para o desenvolvimento do país por meio de projetos de engenharia social regeneradores e modernizantes. Dentre esses paradigmas, a eugenia, teoria forjada por Francis Galton, angariou seguidores de diversas áreas, alguns com papéis políticos de destaque. Neste artigo analisa-se a difusão do ideário eugênico em debates travados no contexto do poder legislativo, durante a Assembleia Nacional Constituinte, entre 1933 e 1934. As fontes de pesquisa foram os Annaes da Assembléa Nacional Constituinte, publicados pela Imprensa Nacional no Brasil. Busca-se compreender como a eugenia influenciou discursos sobre educação, saúde pública, imigração e matrimônio.
Descrição
Palavras-chave
Eugenia Política Constituinte de 1934 Pensamento social brasileiro
Contexto Educativo
Citação
Giesbrecht, D.F., & Matos, P.F. (2022) “A apropriação do discurso médico-antropológico pelo poder legislativo brasileiro: a eugenia como utopia regeneradora na Constituinte de 1934”, Poiésis – Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação 16 (29): 37-54
