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Publicação

A percepção de naturalidade da paisagem. Uma articulação entre bases teóricas e opinião pública

dc.contributor.advisorSerrão, Adriana Veríssimo
dc.contributor.advisorArsénio, Pedro Miguel Ramos
dc.contributor.authorPasseiro, Vanessa Alexandra Batalha
dc.date.accessioned2018-07-30T13:49:26Z
dc.date.available2018-07-30T13:49:26Z
dc.date.issued2018
dc.descriptionMestrado em Arquitectura Paisagista - Instituto Superior de Agronomia - ULpt_PT
dc.description.abstractNo contexto actual, em que a naturalidade da paisagem é muito valorizada, mas igualmente indefinida, conduzindo à sobrevalorização de paisagens com baixo interesse ecológico por oposição a paisagens muito naturais, o presente trabalho pretende contribuir para o conhecimento sobre o conceito cultural de naturalidade da população portuguesa, para que se possa aplicar na prática da Arquitectura Paisagista a ideia proposta por Nassauer (1995), que consiste em estruturar a paisagem natural e a sua função ecológica com uma linguagem reconhecível e aprazível culturalmente, tornando-a objecto de afectividade e potenciando a sua preservação. Pretende ainda avaliar o conhecimento da população sobre a naturalidade da paisagem e de que forma as suas características individuais o influenciam. Para legitimar os objectivos anteriores, demonstra-se a importância do elevado grau de naturalidade da paisagem e do conhecimento desse grau na experiência estética dos visitantes, defendendo-se a inclusão da estética como apoio à ética na gestão da paisagem e na sensibilização ambiental. De modo a preparar o estudo da percepção de naturalidade, discutem-se os conceitos de natureza, paisagem, ambiente, território, artificial e cultural, aprofunda-se o conceito de naturalidade e definem-se os processos de percepção e preferência. O estudo é desenvolvido através dos resultados do inquérito aplicado à população, constituído por uma parte escrita e por um exercício visual baseado no método «Q-sort» ligeiramente modificado, para o qual foram seleccionadas e classificadas fotografias de paisagens portuguesas de acordo com a escala de naturalidade de Machado (2004). Foi possível identificar como símbolos da linguagem cultural de naturalidade a vegetação verde, a sua densidade e diversidade, a predominância de árvores maduras, os elementos de água e as formas de relevo movimentado. Concluiu-se que, apesar da percepção geral de naturalidade coincidir com a naturalidade ecológica, ainda há um caminho a percorrer ao nível da sensibilização do público, particularmente para os problemas da fragmentação da paisagem e das espécies invasoras. Por último, verificou-se que a percepção dos inquiridos é influenciada pelas suas características individuais, nomeadamente o nível de instrução, a área de estudos, a profissão e a filiação a ONG’s ambientaispt_PT
dc.description.versionN/Apt_PT
dc.identifier.citationPasseiro, V.A.B. - A percepção de naturalidade da paisagem. Uma articulação entre bases teóricas e opinião pública. Lisboa: ISA, 2018, 133 p.pt_PT
dc.identifier.tid203614119
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/15884
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherISApt_PT
dc.subjectexperiência estéticapt_PT
dc.subjectéticapt_PT
dc.subjectpaisagempt_PT
dc.subjectpercepção de naturalidadept_PT
dc.subjectsimbolos da linguagem culturalpt_PT
dc.titleA percepção de naturalidade da paisagem. Uma articulação entre bases teóricas e opinião públicapt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT

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