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História Augusta: vidas de Pertinaz, Dídio Juliano, Severo, Pescénio Nigro, Clódio Albino, Antonino Caracala, Antonino Geta, Opílio Macrino, Diadúmeno Antonino, Antonino Heliogábalo
Publication . Rodrigues, Nuno Simões; Teixeira, Cláudia Afonso; Brandão, José Luís; Oliveira, Francisco de
This second volume includes the Lives of Pertinax, Didius Julianus, Septimius Severus, Pescenius Niger, Clodius Albinus, Caracala, Geta, Macrinus, Didadumnus and Heliogabalus. Thus, taking into account Pertinax’s accession to the imperial throne and Heliogabalus’ death, the volume covers the period of Rome’s history from 192 to 222 AD. If we take into account the birth of Pertinax (A.D. 122), the time covered by this set of lives is therefore about a century. The period covered by the lives gathered here coincides with that of the establishment of the Severan dinasty, which followed that of the Antonines, emperors that marked at various levels the Roman imperial apogee. Of all the biographies gathered in this volume, that of Heliogabalus should be, by the wealth of descriptions, the one that best corresponds to a certain contemporary - though not necessarily factual - imaginary of Ancient Rome: a civilisation marked by excess, exoticism, cruelty and perversion.
Nero, Petrónio, o Satyricon e Quo Vadis de Henryk Sienkiewicz. Uma proposta de Quellenforschung
Publication . Figueiredo, João Emanuel Alves de; Rodrigues, Nuno Simões
A nossa investigação tem como objectivo a análise de Quo Vadis (1896), procurando conhecer o género literário, as temáticas do romance e as suas semelhanças com as fontes antigas. Dentro deste campo, focar-nos-emos em duas personagens de relevância histórica, sendo que as problemáticas que as envolvem são essenciais para compreender a sua função em Quo Vadis, numa analogia com a Polónia do séc. XIX: Nero, o imperador cuja reputação negativa tem persistido ao longo dos séculos, e Petrónio, o misterioso Arbiter Elegantiae. Devido à presença e função desta última figura, tal como a referência ao Satyricon, também se fará uma comparação entre os dois romances, tanto em temáticas como em géneros literários, de forma a observar se o autor polaco, na sua «demanda» pela construção de uma obra que criticasse a opressão russa na Polónia, foi ou não influenciado pela natureza satírico-moralista da obra petroniana. Tanto Quo Vadis como o Satyricon têm a particularidade de terem sido compostos em épocas de opressão política, tornando-se evidente a existência de questões semelhantes e exploradas nestes romances lúdico-didácticos: críticas sociais disfarçadas de narrativas de entretenimento. Desta forma, torna-se evidente a funcionalidade social, não só enquanto romances, mas também como ficção histórica e até «historiografia», numa continuidade da tradição satírico-crítica de Petrónio em Sienkiewicz e em outros autores do séc. XIX.
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Entidade financiadora
Fundação para a Ciência e a Tecnologia
Programa de financiamento
3599-PPCDT
Número da atribuição
PTDC/LLT-OUT/28431/2017
