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As instituições civis da monarquia portuguesa na Idade Moderna: centro e periferia do império
Publication . Bicalho, Maria Fernanda; Monteiro, Nuno
Monarquias ibéricas em perspectiva comparada (séculos XVI-XVIII): dinâmicas imperiais e circulação de modelos políticos-administrativos
Publication . Barreto Xavier, Ângela; PALOMO DEL BARRIO, FEDERICO; Stumpf, Roberta
O livro que aqui se apresenta propõe-se discutir, a partir de uma
perspetiva comparada, as monarquias imperiais ibéricas entre os
séculos
xvi e xviii. Ele resulta de um projecto de longa duração, financiado
pela Casa de Velázquez e pelo Instituto de Ciências Sociais da
Universidade de Lisboa, e de um conjunto de encontros científicos,
realizados entre Lisboa e Madrid, durante os quais foram discutidas
as temáticas aqui apresentadas. O livro Monarquias Ibéricas
em Perspectiva Comparada privilegia a organização territorial destas
monarquias, tanto do ponto de vista das jurisdições políticas como
religiosas, da estruturação das administrações civil (e dentro desta,
a administração «indígena»), militar e eclesiástica, bem como da
circulação de modelos entre as duas monarquias e no interior delas.
O enfoque privilegia a dimensão colonial destas administrações, muito
embora em permanente diálogo com as instituições metropolitanas.
O governo da Fazenda no império português
Publication . Münch Miranda, Susana; Stumpf, Roberta
Este capítulo propõe-se observar o governo da Fazenda no Estado
da Índia e na América Portuguesa, a fim de avaliar o papel dos sistemas
fiscais e administrativos na construção e manutenção do império
português do período moderno. Em perspectiva comparada, aqui
se esboçam os processos de transposição para o império das instituições
que no reino geriam as receitas fiscais da monarquia, procurando
compreender como é que se moldaram às circunstâncias
locais e aos objectivos da monarquia e como é que deram origem a
sistemas administrativos com autonomias diferentes em relação às
instituições metropolitanas. Este enfoque institucional completa-se,
sempre que possível, com uma análise das práticas de governo da
Fazenda, que se colhem por meio da observação das características
do provimento dos oficiais e da sua monitorização. Por último, as
reformas administrativas implementadas na segunda metade de Setecentos
serão também objecto de análise.
A estrutura territorial das duas monarquias ibéricas (séculos XVI-XVIII)
Publication . Cardim, Pedro; Hespanha, António Manuel
Entendendo por «território» um espaço dominado por um determinado
grupo e dotado de um perfil político-jurisdicional próprio,
este capítulo tem como finalidade caracterizar a estrutura territorial
das duas monarquias ibéricas. No centro da análise estará, fundamentalmente,
o modo como os diversos territórios que integravam esses
dois conglomerados foram classificados e escalonados. Veremos,
também, como essa classificação evoluiu entre os séculos xv e xviii,
um tempo em que as duas monarquias cresceram em dimensão e
acentuaram a sua diversidade interna.
Instituições, contingentes e culturas militares na monarquia portuguesa (séculos XV-XIX)
Publication . Rodrigues, Vitor; Dantas Da Cruz, Miguel
Portugal encontrou no império e em particular no Norte de
África precisamente o mesmo que os seus vizinhos da Península
Ibérica, entretanto unificados sob os auspícios dos Reis Católicos,
tinham encontrado no reino de Granada: um espaço de experiência
e renovação militar. Foi nos campos de batalha e nas fortificações
de Marrocos do século xv que o país fez a transição para a modernidade
em matérias militares. O território magrebino – primeira área
de expansão portuguesa para além dos limites europeus – deu origem
ao embrião de um exército mais permanente e menos dependente
das forças da fidalguia que tanto tinham contribuído para a conquista
de Ceuta em 1415. A crescente concentração de poder militar nas
mãos do monarca, tão característica dos Estados modernos, esteve
no caso português directamente relacionada com a experiência ultramarina
e com a luta com o adversário muçulmano (uma luta que paradoxalmente contribuiu para a persistência de algumas características
medievais no seio do exército português em resultado do
tipo de guerra praticado em Marrocos, onde imperavam sobretudo
as ações de «guerra guerreada»). E a este respeito Portugal será um
caso singular.
Unidades organizacionais
Descrição
Palavras-chave
Contribuidores
Financiadores
Entidade financiadora
Fundação para a Ciência e a Tecnologia
Programa de financiamento
5876
Número da atribuição
UID/HIS/04666/2013
